Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Foundations: amor e(m) confinamento ..

by perplex3r, em 25.02.21

You said I must eat so many lemons,
'cause I am so bitter.
I said "i'd rather be with your friends mate,
'cause they are much fitter"

Português/Portuguese

Foundations de Kate Nash nunca fez tanto sentido como agora...nem quando estávamos apaixonados durante aquela idade da inocência ou, até mesmo, durante os nossos famosos twenties em que,para nós, o mundo era uma infindável lista de possibilidades, que se foram desvanecendo com o tempo.

Estamos, agora, naquele momento em que o nosso amor foi encontrado e, com o qual, temos que partilhar todas aquelas coisas fofas que, no início, achávamos que seriam tão características e que não as trocávamos por nada ... até hoje! Podemos dizer, amo-te tal como és, porque te vejo ao fim do dia e a saudade fica mais apertada; mas agora, gostávamos de dizer amo-te tal como és, mas se mudares esta coisinha pequenina, vou gostar ainda mais. Exemplos? Que tal lavares a loiça? Parares de comer e fazeres migalhas quando estou em vídeo chamada ou, se calhar, parares de ouvir essa música de uma vez por todas? Estamos a entrar num colapso em que o amor e uma cabana pode não chegar, em que vamos buscar aquelas ironias infantis que, maldosamente, nos podem trazer por breves momentos durante a semana, alguma a alegria/tristeza.

Este single, que chegou ao Top 10 do Reino Unido, num ano particularmente especial na música (2007), entre cantores conhecidos pelo MySpace e Youtube e alguns mp3 espalhados pelos programas peer to peer nos fazia pensar se os nossos corações estavam destinados ao que tínhamos ao lado. Ainda, trouxe à tona aqueles sentimentos de revolta e de vergonha, com um travo de ironia em atos impensáveis. Uns anos volvidos, Kate Nash traz, docemente, a questão se podemos ou não esquecer os detalhes de que a vida são feitos. Será por isso que este álbum se chamou Made of Bricks (UK nº1)? Talvez ...

O que é certo é que esta casa, hoje, foi construída a dois e não pode, de alguma maneira, ser derrubada por aquela vontade de te deixar na sala com a janela aberta para aprenderes a não beber tanto Casal Garcia a uma quarta-feira. Ou então, não teres um jantar pronto a horas simplesmente porque te apeteceu estar a ver mais um episódio daquela série absurda na Netflix sobre sexo que não podemos ter, já que temos muita gente à nossa volta.

Afinal, a semana está a meio e, na sexta-feira, vamos esquecer estes pormenores ridículos e lembrar o quanto este amor nos faz feliz (mesmo sem ter levantado a tampa da sanita durante 4 dias ou ter sujado o chão com toda aquela comida vegetariana que decidimos fazer depois de ver um programa no 24 Hour Kitchen).

This ... is what love is all about!

English/Inglês

Kate Nash's Foundations has never made more sense than now ... not even when dating during that age of innocence or even during our famous twenties when, for us, the world was an endless list of possibilities, gone fading over time.

We are now in that moment when our love was found and, with whom we have to share all those cute things that, in the beginning, we thought would be so characteristic and that we would not exchange them for anything ... until today! We can say, I love you the way you are, because I see you at the end of the day and the longing gets tighter; but now, we would like to say I love you the way you are, but if you change this little thing, I will like you even more. Examples? How about washing the dishes? Stop eating and making crumbs when I'm on a video call, or maybe stop listening to that song once and for all? We are entering a collapse in which love and a hut may not be enough, in which we seek those childish ironies that, maliciously, can give us some joy / sadness for brief moments during the week.

This single, which reached the UK's Top 10, in a particularly special year in music (2007), among singers known for MySpace and Youtube and a few mp3s spread across peer to peer programs made us wonder if our hearts were destined for what we had next to us. Still, it brought up those feelings of revolt and shame, with a touch of irony in unthinkable acts. A few years later, Kate Nash sweetly raises the question of whether or not we can forget the details of what life is made of. Is that why this album was called Made of Bricks (UK # 1)? Maybe ...

What is certain is that this house, today, was built by two and cannot, in some way, be overthrown by that desire to leave you in the room with the window open for you to learn the lesson of not to drink so much Casal Garcia on a Wednesday.  Or, not having a dinner ready on time simply because you felt like watching another episode of that absurd series on Netflix about sex that we can't have, since we have a lot of people around us.

After all, the week is almost over and, on Friday, we will forget these ridiculous details and remember how happy this love by our side makes us (even without having lifted the toilet lid for 4 days or having soiled the floor with all that vegetarian food you decided to make after watching a program on  24 Hour Kitchen).

This ... is what love is all about!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Foundations: amor e(m) confinamento ..

by perplex3r, em 24.02.21

You said I must eat so many lemons,
'cause I am so bitter.
I said "i'd rather be with your friends mate,
'cause they are much fitter"

Português/Portuguese

Foundations de Kate Nash nunca fez tanto sentido como agora...nem quando estávamos apaixonados durante aquela idade da inocência ou, até mesmo, durante os nossos famosos twenties em que,para nós, o mundo era uma infindável lista de possibilidades, que se foram desvanecendo com o tempo.

Estamos, agora, naquele momento em que o nosso amor foi encontrado e, com o qual, temos que partilhar todas aquelas coisas fofas que, no início, achávamos que seriam tão características e que não as trocávamos por nada ... até hoje! Podemos dizer, amo-te tal como és, porque te vejo ao fim do dia e a saudade fica mais apertada; mas agora, gostávamos de dizer amo-te tal como és, mas se mudares esta coisinha pequenina, vou gostar ainda mais. Exemplos? Que tal lavares a loiça? Parares de comer e fazeres migalhas quando estou em vídeo chamada ou, se calhar, parares de ouvir essa música de uma vez por todas? Estamos a entrar num colapso em que o amor e uma cabana pode não chegar, em que vamos buscar aquelas ironias infantis que, maldosamente, nos podem trazer por breves momentos durante a semana, alguma a alegria/tristeza.

Este single, que chegou ao Top 10 do Reino Unido, num ano particularmente especial na música (2007), entre cantores conhecidos pelo MySpace e Youtube e alguns mp3 espalhados pelos programas peer to peer nos fazia pensar se os nossos corações estavam destinados ao que tínhamos ao lado. Ainda, trouxe à tona aqueles sentimentos de revolta e de vergonha, com um travo de ironia em atos impensáveis. Uns anos volvidos, Kate Nash traz, docemente, a questão se podemos ou não esquecer os detalhes de que a vida são feitos. Será por isso que este álbum se chamou Made of Bricks (UK nº1)? Talvez ...

O que é certo é que esta casa, hoje, foi construída a dois e não pode, de alguma maneira, ser derrubada por aquela vontade de te deixar na sala com a janela aberta para aprenderes a não beber tanto Casal Garcia a uma quarta-feira. Ou então, não teres um jantar pronto a horas simplesmente porque te apeteceu estar a ver mais um episódio daquela série absurda na Netflix sobre sexo que não podemos ter, já que temos muita gente à nossa volta.

Afinal, a semana está a meio e, na sexta-feira, vamos esquecer estes pormenores ridículos e lembrar o quanto este amor nos faz feliz (mesmo sem ter levantado a tampa da sanita durante 4 dias ou ter sujado o chão com toda aquela comida vegetariana que decidimos fazer depois de ver um programa no 24 Hour Kitchen).

This ... is what love is all about!

English/Inglês

Kate Nash's Foundations has never made more sense than now ... not even when dating during that age of innocence or even during our famous twenties when, for us, the world was an endless list of possibilities, gone fading over time.

We are now in that moment when our love was found and, with whom we have to share all those cute things that, in the beginning, we thought would be so characteristic and that we would not exchange them for anything ... until today! We can say, I love you the way you are, because I see you at the end of the day and the longing gets tighter; but now, we would like to say I love you the way you are, but if you change this little thing, I will like you even more. Examples? How about washing the dishes? Stop eating and making crumbs when I'm on a video call, or maybe stop listening to that song once and for all? We are entering a collapse in which love and a hut may not be enough, in which we seek those childish ironies that, maliciously, can give us some joy / sadness for brief moments during the week.

This single, which reached the UK's Top 10, in a particularly special year in music (2007), among singers known for MySpace and Youtube and a few mp3s spread across peer to peer programs made us wonder if our hearts were destined for what we had next to us. Still, it brought up those feelings of revolt and shame, with a touch of irony in unthinkable acts. A few years later, Kate Nash sweetly raises the question of whether or not we can forget the details of what life is made of. Is that why this album was called Made of Bricks (UK # 1)? Maybe ...

What is certain is that this house, today, was built by two and cannot, in some way, be overthrown by that desire to leave you in the room with the window open for you to learn the lesson of not to drink so much Casal Garcia on a Wednesday.  Or, not having a dinner ready on time simply because you felt like watching another episode of that absurd series on Netflix about sex that we can't have, since we have a lot of people around us.

After all, the week is almost over and, on Friday, we will forget these ridiculous details and remember how happy this love by our side makes us (even without having lifted the toilet lid for 4 days or having soiled the floor with all that vegetarian food you decided to make after watching a program on  24 Hour Kitchen).

This ... is what love is all about!

Autoria e outros dados (tags, etc)

Português / Portuguese
Nas ruas menos povoadas de turistas e da azáfama de um feriado de Páscoa, encontramos uma esplanada acolhedora, onde uma árvore bem grande nos protege dos raios de sol que estão a brilhar intensamente. São quase 6 da tarde e pedimos uma margarita para refrescar ... afinal, sentimos que estamos num dia de Verão. Reparo que os teus lábios ficam mais brilhantes cada vez que elevas o copo e, por isso, fico a olhar para ti fixamente. Gosto de te ver corar cada vez que te elogio, que me batas no ombro para parar cada vez que digo, maliciosamente, dá-me um beijo e em seguida trinco o lábio.
Por isso mesmo, a frase presente neste single it feels so classic / you and me the magic se aplica tão bem. Estamos dentro de um momento mágico, assim como este momento musical que a colaboração dos The Knocks e Powers nos trazem, em que misturam electrónica, nu-disco e EDM de forma original com um travo a clássico pop. Oriundos do outro lado do Atlântico, esta dupla já colaborou com Mathew Koma, Wyclef Jean dos Fugees e com a banda rock Walk The Moon. Classic, que lembra Steal My Sunshine de Len, foi editado como o primeiro single do álbum 55 de 2016 e conta com algumas remisturas, sendo de destacar a versão original do álbum (claro está!), a Sunset Version que retira o ritmo alegre da música e atribui-lhe características mais chillout, que torna necessário adicionar uns mergulhos, uma praia e uns amigos para se poder ouvir e, por último, a versão que adiciona os vocais masculinos mais em estilo rap de Fetty Wap, que mantendo Crista Ru pelo refrão, tranforma a canção mais própria para um estilo mais urbano e mais relaxado.
Qualquer uma destas versão conduz apenas a uma coisa ... ainda vamos na nossa terceira bebida e a nossa noite está bem longe de terminar, mas não percamos tempo:  Come to Me Baby, Don't Be Shy ... Beija-me (Já)!
Feliz Páscoa a todos! Que escrevas histórias únicas no teu livro, porque a banda sonora podes encontrar aqui no blog (ou subscrever a Playlist do Spotify!)


English / Inglês
In the less crowded streets of tourists and the hustle and bustle of an Easter holiday, we find a cozy terrace where a very large tree protects us from the rays of the sun that are shining brightly. It's almost 6 in the afternoon and we ordered a margarita to refresh ourselves ... after all, we feel like it's a summer day. I notice that your lips look brighter every time you lift the glass, so I look at you fixedly. I like to see you blushing every time I praise you, when you touch me on the shoulder to stop every time I say, maliciously, give me a kiss and then I bite my lip.
For this very reason, it seems that the sentence  it feels so classic / you and me the magic present on the single applies so well. We're in for a magical moment, just like this musical moment that the collaboration between The Knocks and Powers brings to us, in which they mix electronic, nu-disco and EDM in an original way with a classic pop feeling. Coming from the other side of the  Atlantic, this duo has collaborated with Mathew Koma, Wyclef Jean of the Fugees and with the rock band Walk The Moon. Classic, which reminds Steal My Sunshine by Len, was released as the first single from the 2016 album 55 and features a few remixes, as we stand out the original version of the album (of course!), the Sunset Version that takes the joyful rhythm of the song and adds more chillout features, which makes it necessary to add a dive in the sea, a beach and friends so that we are able to enjoy it to its fullest, and finally a version that features the male rap style of Fetty Wap, which keeps Crista's vocals on the chorus, but turns the song more appropriate for a more urban and chillout style.
All of these versions lead to one thing ... we are only drinking our third drink and our evening has just started, so let's not waste more time: Come to Me baby, don't be shy ... Kiss me (Now)!
Happy Easter everyone! Hope you write unique stories on your book, because the soundtrack you can find here on the blog (or subscribe the Spotify Playlist!)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Schillout breaths electro with September!

by perplex3r, em 25.08.09

 

English

   
Português

Two countries breathe music! Germany and Sweden are together in one of the most stimulating melodies soon to be released. Schiller and Petra Marklund, known as September joined forces for Breathe, included in the 2008 platinum album Sensucht (released in English as Desire) in an ambient chillout version, and it also includes other collaborations with Colbie Caillet, Kim Sanders, Lang Lang, among others.
After one of the best performances in the Polish Sopot Festival, Dave Ramone remixed the track with strong and exciting electro house beats that heighten Petra’s fantastic voice and the lyrics of the track. Sometimes we cannot breathe and it isn’t for the fact we are in love, but for the fact that we don’t know what to do; therefore the chorus says “I can’t breathe my love/ I’m swimming in the dark beside you”.
In this way, if one day we aren’t able to breathe, may it be only for the fact that we are watching Schiller live in a concert, who has already got a Opus Award for Best Sound Design of a Live Show, and not for the fact that we are lost with impossible love. In other words, Breathe won’t have a Bitter End, but a sweet beginning!
 

 

 

 

Dois países respiram música! Alemanha e Suécia juntos numa das melodias mais estimulantes a serem editadas em breve. Schiller Petra Marklund, mais conhecida como September uniram-se para Breathe, incluído no álbum platinado de 2008 Sehnsucht (editado em inglês como Desire) em versão ambient chillout, que contém também colaborações com Colbie Caillet, Kim Sanders, Lang Lang, entre outros.
Após uma das melhores performances no festival polaco Sopot Festival, Dave Ramone remisturou a faixa com batidas electro house fortes e estimulantes, o que fazem ressaltar a fantástica voz de Petra e a letra da própria canção. Por vezes perdemos a respiração junto de quem gostamos, e não é pelo facto de estarmos apaixonados, mas sim por não sabermos o que fazer, daí que o refrão seja “I can’t breath my love/ I’m swimming in the dark beside you”.
Desta forma, se um dia estivermos sem conseguir respirar, que seja apenas pelo facto de estarmos a ver Schiller ao vivo num concerto, uma vez que já recebeu um Opus Award para Best Sound Design of a Live Show, e não porque estamos perdidos em amores impossíveis. Por outras palavras, Breathe não terá um fim amargo (Bitter End) mas um começo bem doce!

 

Tracklist:
1.
Breath Dave Ramone Radio Edit (3:28)
2. Breath Original Mix/Album Version (4:12)
 

 

 

*Nota: Estas são as duas versões disponíveis, as novas remisturas de David Ramone não têm ainda data de edição.
*Note: These are the two availbale versions; the new remixes by David Ramone don't have a date of release yet.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Polarkreis 18 ... are we Allein?

by perplex3r, em 21.01.09


(Português/Portuguese)
Alemanha, o país das bratwurst com mostarda, da Love Parade e dos Polarkreis 18. Oriundo de Dresden, o grupo atingiu um novo patamar com o seu novo álbum The Colour of Snow e com o single Allein Allein (que quer dizer sozinho(s)), ao posicionar-se no nº1 das tabelas da Land de Angela Merkel.

Allein Allein é uma mistura de electrónica com instrumentos acústicos, que percorrem uma letra deslumbrante sobre a solidão (Wir Sind Allein). Contudo, não é um tema deprimente, pois é perfeito para ir a cantar no carro sem destino, apenas sozinhos, mas sabendo que, naquele dia e naquele percurso, estamos certos que “the time as come for us to love”. Ainda se destacam Under This Big Moon e Tourist, calmamente sentidos e introspectivos, The Colour of Snow, um revivalismo 80’s em todo o seu esplendor e Happy Go Lucky, com uma história demasiado bonita para ser descrita.
Em suma, a combinação de pop, sons electrónicos e guitarras que conduzem a grandes momentos emocionais e fazem de Polarkreis 18 um must have para o início de 2009!

 

(English/Inglês) 

Germany is the land of the bratwurst with mustard, the Love Parade and Polarkreis 18. Coming from Dresden, the group reached a new level with the new album The Colour of Snow and the single Allein Allein (which means alone), placing it at the nº1 position of the charts of Angela Merkel’s Land.
Allein Allein is a mixture of electronic with acoustic instruments, which go along with fascinating lyrics about loneliness (Wir Sind Allein). However, this is not a depressing track, as it is perfect to sing-a-long in the car when we drive alone without destination, but knowing that in that day and in that route we are sure that “the time as come for us to love”.  One should also point out Under This Big Moon and Tourist, calm feelings and introspective songs, The Colour of Snow, perfect 80’s revivalist song and Happy Go Lucky, that contains a story so beautiful to be translated into words.
To sum up, a combination of pop, electronic sounds and guitars lead to great emotional moments and make Polarkreis 18 a must have for 2009!
 

Autoria e outros dados (tags, etc)

note

(Português)
Devido à nova imagem do blog, todos os posts anteriores a 2017 podem surgir com formatação diferente. Um novo ano, uma nova vida, nova música, nova imagem!

(English)
Due to the new image, all posts prior to 2017 may come up with a different format. A new year, a new life, new music and new image!



@bout me

foto do autor


text me

back to music & Spotify

Subscreve/Subscribe Playlist

Back to Music,Love & Lifestyle on Spotify!


Thank You's

 

Sapo Destaques - 27.04.17

Sapo Destaques - 16.04.17

 

 





Tradutor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.