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Português/Portuguese
A 13 de maio, em Portugal,enquanto uns ansiavam pelo Festival da Eurovisão,sentiam um nervosismo futebolítico e esperavam pela mensagem do Papa em Fátima,em Madrid, tínhamos mais de 16.000 peregrinos a viajar pelo tempo.
Às 18 horas abriram-se as portas da arena para os deejays Jumper Brothers darem o mote para as mais de 6 horas de festa com Show Me Love (Robin S), Free (Ultra Naté), Beachball (Nalin & Kane) e culminarem na contagem decrescente para o início de Love The 90s com o espanhol OBK. Não podia haver um túnel do tempo tão perfeito como este, em que tivemos a oportunidade de entrar para o Guiness Book Of Records com Saturday Night de Whigfield, numa espaço em que todos dançaram a coreografia típica do Verão de 94. Jenny Berggren, de Ace Of Base, mostrou-nos, com Beautiful Life, que mais de 20 anos depois a vida continua a ser bela e alegre e que todos, finalmente, entenderam a história de All That She Wants e viram The Sign, o que explicou os mais de 23 milhões de discos vendidos do multi-platinado álbum Happy Nation em 93/94 (também ele no Guinness Book Of Records).
Por entre europop e eurodance, quando se ouviu Boom Diggy Diggy Diggy Boom Diggy Bang sentimos que estávamos a ouvir a compilação DanceMania, em que Ice Mc brilhou com o seu típico som italo-disco. A australiana Tina Cousins trouxe memórias com Pray e Mysterious Times, a sua grande colaboração com o alemão Sash!, e a brasileira Corona protagonizou um dos momentos mais engraçados ao admitir falar "portuñol", ao misturar a sua música com Boom Boom Boom dos Outhere Brothers e a ter uma das maiores interacções com o público ao som de The Rhythm Of The Night. Por entre actuações dos grupos convidados, havia tempo para a dupla de deejays, com a ajuda de fogo, lasers, ecrãns coloridos e chuva de confettis, tocarem temas que encheram as pistas de dança durante a década, com músicas de Haddaway (What Is Love), Gala (Let a Boy Cry), Faithless (Insomnia) e Kadoc (The Night Train), irem buscar Nirvana e Bon Jovi à playlist e fazerem uma homenagem sentida a Robert Miles, fazendo com que a festa fosse sempre non-stop! Por fim, as duplas de eurodance/euro rap Snap! muitos pés fizeram saltar com a poderosa voz de Penny Ford em The Power e no clássico Rhythm Is a Dancer, para além da rapper Ya Kid K, a voz original de Technotronic, que colocou a multidão a cantar em uníssono Pump Up The Jam e os holandeses 2 Unlimited que mostraram que a geração dos anos 90 não tem limite para a alegria que sentia enquanto viajava ao som de No Limit e Twilight Zone.
Em suma, se perguntarem se vale a pena esta viagem, concluímos com um grande sorriso que SIM! Esta Máquina do Tempo é capaz de colocar toda uma geração nostálgica sobre uma década ainda próxima, em que com tanta evolução, ainda sabe a ligação entre um lápis e uma cassette, recorda o que era fazer uma mixtape apaixonada e, acima de tudo, sabe que abriu caminho para uma cultura de música pop e de dança que nos dias de hoje se faz sentir por todo o Mundo. Que fazemos agora? Assistimos aos melhores momentos e contamos os dias que faltam para as próximas viagens! Mais videos no Youtube, Sapo Videos e fotos no Facebook e Instagram do blog!

 

English/Inglês
On May 13, in Portugal, while some longed for the Eurovision Song Contest, were feeling nervous about football matches and were waiting for the Pope's message in Fatima,in Madrid, more than 16,000 pilgrims were traveling through time.
At 6pm the doors of the arena opened for the deejays Jumper Brothers to set the tone for more than 6 hours of partying with Show Me Love (Robin S), Free (Ultra Naté), Beachball (Nalin & Kane) culminating with the countdown to the beginning of Love The 90s with the Spanish OBK. There could not be a time tunnel as perfect as this, where we had the opportunity to enter the Guinness Book of Records with Whigfield's Saturday Night, in a place where everyone danced the typical choreography of the summer of '94. Jenny Berggren, Ace Of Base, showed us, with Beautiful Life, that over 20 years later life continues to be beautiful and joyful and that everyone finally understood the story of All That She Wants and saw The Sign, which explained the more 23 million albums sold from the multi-platinum album Happy Nation in 93/94 (also in the Guinness Book Of Records).
Between europop and eurodance, when we heard Diggy Boog Diggy Diggy Boom Diggy Bang we felt we were listening to the compilation DanceMania, in which Ice Mc shone with his typical Italo-disco sound. Australian Tina Cousins ​​brought back memories with Pray and Mysterious Times, her great collaboration with German Sash !, and the Brazilian Corona starred in one of the funniest moments when she admitted to be speaking "portuñol" (mixture of portuguese and spanish), mixing her music with Boom Boom Boom of Outhere Brothers and to have one of the biggest interactions with the audience with the sound of The Rhythm Of The Night. Between the performances of the guest groups, there was time for the duo of deejays, with the help of fire, lasers, colorful screens and rain of confetti, to play  songs that filled the dance floors during the decade with Haddaway (What Is Love ), Gala (Let a Boy Cry), Faithless (Insomnia) and Kadoc (The Night Train), pick up Nirvana and Bon Jovi from the playlist and pay homage to Robert Miles, making it a non-stop party! Finally, the eurodance / euro rap duos Snap! made many feet jump with Penny Ford's powerful voice in The Power and with the classic Rhythm Is a Dancer, in addition to rapper Ya Kid K, Technotronic's original voice that set the crowd singing all in one voice Pump Up The Jam and the Dutch 2 Unlimited who showed that the 90's generation has no limit to the joy they were feeling while traveling listening to No Limit and Twilight Zone.
In short, if you ask if it is worth this trip, we conclude with a big smile that YES! This Time Machine is able to put an entire generation nostalgic about a recent decade, in which with so much evolution, still knows the connection between a pencil and a cassette, remembers what it was to make a mixtape with love and, above all, knows has paved the way for a culture of pop and dance music that is now felt all over the world. What do we do now? We watch the best moments and count the days that are missing for the next trips! More videos on Youtube, Sapo Videos and photos on Facebook and Instagram of the blog!

 

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 The 90s Madrid, 2017, The Best Moments (Video)

 

Jumper Brothers - What Is Love (with Playmobil), Haddaway
Ace Of Base - The Sign, All That She Wants, Beautiful Life
Jumper Brothers - Let a Boy Cry, Gala
Whigfield - Think Of You
Ice Mc - Take Away The Colour, Think About The Way
Corona - Baby Baby, The Rhythm Of The Night
Jumper Brothers - The Nighttrain, Kadoc
Technotronic - Pump Up The Jam, This Beat Is Technotronic
Jumper Brothers - Be My Lover, La Bouche
Snap! - The Power, Rhythm Is a Dancer
Jumper Brothers - Homage To /Homenagem a Robert Miles (Children)
Tina Cousins - Mysterious Times
Jumper Brothers - Ecuador, Sash!; Insomnia, Faithless; Short D**k Men, 20 Fingers; Dreams, 2 Brothers on the 4th Floor
2 Unlimited - Twilight Zone, No Limit

 

 

 

 

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Source: lifemusic.ru

 ...Sometimes, you don't even have the time to realize
what is happening to your life,
that it has already happened...
the world moves too fast...
let's recapture the essence of time.
(Robert Miles)

 

Português/Portuguese
A 9 de Maio de 2017 desaparece em Ibiza Robert Miles, o produtor italo-suiço que revolucionou a música de dança a meio da década de 90 com o seu som dream house, mais tarde, denominado dream trance em que as batidas fortes são acompanhadas por piano. Foi com Children (5 milhões de singles vendidos) que alcançou este feito quando rebentou as charts pelo mundo fora, com um impressionante número 1 em mais de doze países, mais de 13 semanas em número 1 na Eurochart Top 100  e influenciou as produções electrónicas nos anos seguintes.
Para além disso, a história que está por detrás desta sua aventura electrónica, a que levou a criar Children e o álbum Dreamland, que contém Fable e One & One (feat. Maria Nayler), é deveras interessante e torna-o não só num músico especial mas também num deejay  consciente do que se passa(va) na club/rave culture (na época). Devido ao crescente número de mortes aos sábados em que proliferavam cada vez mais discotecas com  excessos de álcool (e não só), a polícia italiana chegou mesmo a indicar estes acontecimentos como um flagelo. É certo que o público saía eufórico, ainda com energia ou com sono e, irresponsavelmente, pegava no volante e conduzia até casa após horas de música repetitiva e eufórica e  Robert Miles pretendeu acalmar os ânimos nos finais dos seus sets, quase como trazer uma sensação de relaxamento e calma após os excessos. É certo que a consciência da importância da vida é de cada um, mas é quase como seguir o lema de que para qualquer problema se todos contribuirmos podemos criar soluções, aliás a medida foi até  aprovada  pelas autoridades italianas.
Após cinco álbums dizemos, então, um até já e um OBRIGADO, por todas as melodias de piano, pela mistura com o jazz, o progressive house e chillout que nos proporcionou tantos momentos únicos nas pistas de dança, nas viagens longas de carro e nas festas ao ar livre. A música faz-nos sonhar e como Miles escreveu um dia, o mundo mexe-se rapidamente e, por isso, talvez devemos todos alcançar os nossos sonhos, lutar por eles e celebrar a vida.
R.I.P. Robert Miles!


English/Inglês
On May 9, 2017 Robert Miles passed away in Ibiza, the Italian-Swiss producer who revolutionized dance music in the mid-90s with his dream house sound, later called dream trance in which the strong beats are accompanied by piano. It was with Children (5 million singles sold) that he achieved this feat when it broke the charts around the world, with an impressive number 1 in more than twelve countries and more than 13 weeks in number 1 in the Eurochart Top 100 and influenced the electronic productions in the years that followed.
In addition, the story behind his electronic adventure, which led to the creation of Children and the album Dreamland, which contains Fable and One & One (feat. Maria Nayler), is very interesting and makes him not only a special musician but also a conscious deejay about what was(is) happening in the club/rave culture (at that time). Due to the growing number of deaths on Saturday nights when more and more discos were being opened with alcoholic excesses (and not only that), the Italian police even indicated these events as a scourge. Certainly the audience left them euphoric, still energetic or sleepy, and irresponsibly took the wheel and drove home after hours of repetitive and euphoric music and Robert Miles intended to calm the moods in the end of his sets, almost like bringing a sensation of relaxation and calm after all the excesses. Certainly the audience left them euphoric, still energetic or sleepy, and irresponsibly took the wheel and drove home after hours of repetitive and euphoric music and Robert Miles intended to calm the moods in the end of his sets, almost like bringing a sensation of relaxation and calm after all the excesses. Certainly the awareness of the importance of life belongs to everyone, but it is almost like following the slogan that for any problem if we all contribute we can create solutions, in fact the measure was even approved by the Italian authorities.
After five albums we then say a see you soon  and a THANK YOU for all the piano melodies, the mix with jazz, progressive house and chillout that has provided us so many unique moments on dance floors, long car trips and outdoor parties. Music makes us dream, and as Miles wrote one day, the world moves quickly and therefore, perhaps, we should all achieve our dreams, fight for them and celebrate life.
R.I.P. Robert Miles!

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Sade, dis-moi; Sade, donne-moi
Sade, tell me; Sade, give me


Português / Portuguese

Todos nós temos desejos, desejos de alcançar um novo posto de trabalho, de atingir um patamar de riqueza e, mais do que aqueles que nos são incutidos, existem sempre aqueles desejos que (para uma visão bem puritana) são demasiado pecaminosos para este mundo.
Sadeness (Part 1) de Enigma (5 milhões de singles vendidos) mistura o canto religioso, os vocais sensuais da cantora alemã Sandra, que teve Maria Magdalena nos tops na década de 80, com uma voz masculina que questiona os desejos do Marquês de Sade. São desejos mesclados numa canção que alcançou o número um durante 5 semana nas Eurochart e em mais de 24 países (Reino Unido e US, por exemplo) e que, em alguns, o título foi alterado para Sadness(Part 1), retirando, dessa forma, o pecado que este single poderia conter e atribuindo-lhe mais melancolia que respostas a desejos carnais.
Desta forma, tal como na música, podemos sempre questionar os nossos desejos mais íntimos, podemos até mesmo misturar o que de mais puro temos em nós sem nunca descurar o outro lado do espelho, aquele prazer que nos pode ser oferecido pelo outro, aquele mesmo em que dois corpos se juntam e partilham o que têm de mais íntimo. Aqui, o nome do Marquês substitui-se pelo teu, porque as questões que lhe são dirigidas podem muito bem ser respondidas por ti. Aliás, nesta mistura de sons de flauta e batidas podes, muito bem, reflectir até que ponto te encontras fechado a convenções e tradições obsoletas ou limitativas.
Em suma, não será apenas Sadeness que se encontra actual 27 anos depois, mas também o álbum MCMXC a.D que é mais do que uma busca  num mundo medieval, cheio de sons de floresta, de grilhões que prendem as mãos e a mente e de pessoas que pretendem encontrar respostas únicas e libertadoras às suas questões mais íntimas.Para começar a viagem, por este vídeo, ficamos com Principles of Lust (Os Princípios da Luxúria), a trilogia que Sadeness se insere, porque o pecado, esse, nunca fez mal a ninguém!

 

English/Inglês
We all have desires, desires to get a new job, to be wealthier, and more than the ones that are instigated, there are always those which (for a puritan vision)are too sinful for this world.
Sadness (Part 1) by Enigma (5 million singles sold) mixes religious chants, the sensual vocals by German singer Sandra, who had Maria Magdalena in the charts in the 80's with a male voice that questions the desires of Marquis de Sade. Those are desires mingled in a song that reached number one for 5 weeks on the Eurochart and in more than 24 countries (UK and USA, for example) and in some of them the title was changed to Sadness (Part 1), removing, in that way, the sin that this single could contain  giving to it more melancholy than responses to carnal desires.
In this way, as in the song, we can always question our most intimate desires, we can even mix the purest things we have in us without forgetting what’s on the other side of the mirror, that pleasure that can be given by the other, that one when two bodies come together and share the most intimate things they have. Here the name of the Marquis is replaced by yours, because the questions that are asked him can well be answered by you. In fact,  in this mixture of flute sounds and beats you may well meditate on to what extend you are closed by conventions and obsolete or limited traditions.
In short, it is not only Sadeness that is uptodate 27 years later, but also the album MCMXC which is more than a search through a medieval world, full of forest sounds, of fetters that hold the hands and the minds and of people who want to find unique and liberating answers to their most intimate questions. To start this journey, through the video, we have the Principles of Lust, the trilogy in which Sadeness is part of, because sinning never harmed anyone!

 

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Source: discogs.com

Português/Portuguese
Depois de noites bem longas com os amigos, existe sempre esta questão para o dia seguinte: Where were you when the lights went out? (Onde é que estavas quando as luzes se apagaram?). Claro que se seguem respostas sérias ou aquelas bem estranhas como atrás da cortina da discoteca, a rastejar no meio da pista, a beijar alguém (que não me lembro) ou a beber shots no balcão ....mas afinal onde estavas tu quando as luzes da pista se apagaram em 2003?
Freaks, oriundos do Reino Unido, editaram um dos mais conhecidos tech house anthems de sempre, que não paravam de tocar nas rádios (como na nortenha Nova Era) e mais do que ser um hino na voz de Stella Attar para terminar a noite, era quase como um hino de abertura para qualquer pista, principalmente o hipótnico dub de Tiefschwarz. Tal como The Creeps (nº9 na UK Charts), foi retirado do álbum The Man Who Lived Underground, um CD que explora o house e tech house, e foi reeditado uns anos depois, em 2011 (video), com remisturas que abraçaram também o dubstep.
É por isso que hoje podes ser tu aquele amigo que desaparece no meio da noite, entre strobs e serpentinas que caiem da bola de cristal para teres uma história curiosa para contar ... ou então, manter em segredo!

English/Inglês
After long night outs with friends, there is always this question for the next day: Where were you when the lights went out? Of course there are serious responses or strange ones like behind the curtain of the disco, crawling in the middle of the dance floor, kissing someone (who I do not remember) or drinking shots on the counter.... but after all where were you when the lights went out in 2003?
Freaks are from the UK and  released one of the best-known tech house anthems ever, that wouldn’t stop being played  on the radios (as in Nova Era – Portuguese Radio) and more than being an anthem with Stella Attar's voice to end of the night, it was almost like an opening hymn to any dancefloor, especially the hypnotic Tiefschwarz’s dub. Like The Creeps (# 9 on UK Charts), it was taken from the album The Man Who Lived Underground, a CD that explores house and tech house, and was reissued a few years later in 2011 (video), with remixes that also embraced dubstep.
That's why today you can be that friend who disappears in the middle of the night, between strob lights and streamers that fall from the crystal ball to have a curious story to tell ... or else, keep it a secret!

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#throwbackthursday at TOM'S DINER

by perplex3r, em 20.04.17

Source - media.npr.org

Português / Portuguese
Tardes que são passadas nos cafés a estudar, a ver o tempo passar, a ler ou a ouvir música. Naqueles momentos solitários, observamos as mesas à nossa volta, enquanto acendemos um cigarro e sentimos o primeiro travo do café. Temos a nossa mesa com os nossos telemóveis, um livro e os headphones que vamos usar daqui a nada ... entretanto, entram alguns casais, uns felizes, outros abandonados à sua resiliação de namoro prolongado. O senhor mais idoso escreve no seu tablet alguns emails de trabalho, dois senhores de fato preto discutem as notícias, enquanto que a rapariga de cerca de 20 anos fala bem alto ao telemóvel... temos, assim, num só espaço de convívio, um mundo de experiências, corações, amores e vidas.
É nessa mescla de vidas entrelaçadas num café que reside a beleza da simplicidade na letra de Tom's Diner, que podemos muito bem substituir Tom por qualquer espaço que vamos, todos os dias, tomar o nosso pequeno almoço. Originalmente editado por Suzanne Vega em 1982 é o tema de abertura do álbum Solitude Standing (1987), que incluí o aclamado single, embora com uma história bem triste, Luka. Curiosidade de Tom's Diner é que foi remisturado em estilo próprio pelos britânicos D.N.A que editaram o single sem autorização de Vega, tal como acontecia nos finais dos anos 80 em que o hábito de usar samples sem autorização era bastante comum, de forma a oferecer temas conhecidos, mas mais apropriados à club culture que se inciava, por exemplo Black Box com Ride on Time, que samplam Lolleatta Holloway. Após acordo,e com o próprio consentimento de Vega, o single chega ao número 2 da UK Singles Chart, tendo, já sido usado por Giorgio Moroder com Britney Spears, Timbaland e até mesmo a cantora r'n'b Aaliyah com Hot Like Fire e pelo português David Carreira e Bingo Players pela Spinnin' Records.
Em suma, podemos observar e aprender com os outros que estão á nossa volta no ______ (preencher com o teu lugar favorito. Talvez nos iremos inspirar pelas atitudes dos outros ou então continuar a acreditar que estamos no bom caminho.


English / Inglês
Afternoons spent at the cafés studying, watching the time go by, reading or listening to music. In those lonely moments, we saw the tables around us, lit a cigarette, and felt the first taste of coffee. We have our desk with our mobile phones, a book and the headphones that we are about to use ... however, some couples enter, some happy, others abandoned to their long-term relationship. The old man writes in his tablet some work e-mails, two guys wearing black suits discuss the news, while the 20-year-old girl speaks very loudly on the  phone ... therefore we have in a single place, a world of experiences, hearts, loves and lives.
It is in this blend of lives intertwined in a cafe that lies the beauty of simplicity in the lyrics of Tom's Diner that we can nicely replace Tom to whatever we go everyday to have our breakfast. Originally released by Suzanne Vega in 1982 it is the opening theme of the album Solitude Standing (1987), which included the acclaimed single, although with a very sad story, Luka. Curious fact about Tom's Diner is that it was remixed in its own style by the British duo DNA who released  the single without Vega's permission, as it was common in the late 1980s, as it was quite common to use samples without the authour's permission, in order to offer well-known songs , but more appropriate for the culture of the club that has started, for example Black Box with Ride on Time, who sampled Lolleatta's Holloway voice. After getting into an agreement, and with Vega's consent, the single arrives at number 2 of the UK Singles Chart, having already been used by Giorgio Moroder with Britney Spears, Timbaland and even the singer r'n'b Aaliyah with Hot Like Fire and by the Portuguese David Carreira and Bingo Players on  Spinnin 'Records.
To sum up, we can observe and learn from others around at ______ (fill in with your favorite place). Maybe we are about ot be inspired by the attitudes of others or continue to believe that we are on the right path.

 

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note

(Português)
Devido à nova imagem do blog, todos os posts anteriores a 2017 podem surgir com formatação diferente. Um novo ano, uma nova vida, nova música, nova imagem!

(English)
Due to the new image, all posts prior to 2017 may come up with a different format. A new year, a new life, new music and new image!




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