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love the 90s Madrid ... the photos!

by perplex3r, em 17.05.17

I Love the 90s

Ace Of Base

Jenny Berggren - Ace Of Base
Performed live: The Sign, All That She Wants, Beautiful Life

Whigfield

Whigfield
Performed live: Saturday Night, Think Of You

2 Unlimited

2 Unlimited
Performed live: Get Ready For This, Twilight Zone, No Limit

Corona

Olga de Souza - Corona
Performed live: Baby Baby, Try Me Out,The Rhythm of The Night

Tina CousinsTina Cousins
Performed live: Mysterious Times, Forever, Pray

Snap!Snap!
Performed live: Th Power, The Cult Of Snap, Rhythm Is a Dancer

Technotronic
Technotronic
Performed live: This Beat Is Technotronic, Pump Up The Jam, Get Up

Ice Mc
Ice Mc
Performed live: Take Away The Colour, It's a Rainy Day, Think About The Way

Português/Portuguese
E assim se criam memórias revivalistas, nesta pequena amostra. Para mais fotos e videos exclusivos, como prometido, visita a página do Instagram e Facebook e o canal do Youtube com videos das actuações de cada um dos cantores e grupos.

English/Inglês
And this is how you create memories created in this small sample. For more exclusive photos and videos, as promised, visit the Instagram and Facebook pages and the Youtube channel with videos of the performances of each of the singers and groups.

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Source: lifemusic.ru

 ...Sometimes, you don't even have the time to realize
what is happening to your life,
that it has already happened...
the world moves too fast...
let's recapture the essence of time.
(Robert Miles)

 

Português/Portuguese
A 9 de Maio de 2017 desaparece em Ibiza Robert Miles, o produtor italo-suiço que revolucionou a música de dança a meio da década de 90 com o seu som dream house, mais tarde, denominado dream trance em que as batidas fortes são acompanhadas por piano. Foi com Children (5 milhões de singles vendidos) que alcançou este feito quando rebentou as charts pelo mundo fora, com um impressionante número 1 em mais de doze países, mais de 13 semanas em número 1 na Eurochart Top 100  e influenciou as produções electrónicas nos anos seguintes.
Para além disso, a história que está por detrás desta sua aventura electrónica, a que levou a criar Children e o álbum Dreamland, que contém Fable e One & One (feat. Maria Nayler), é deveras interessante e torna-o não só num músico especial mas também num deejay  consciente do que se passa(va) na club/rave culture (na época). Devido ao crescente número de mortes aos sábados em que proliferavam cada vez mais discotecas com  excessos de álcool (e não só), a polícia italiana chegou mesmo a indicar estes acontecimentos como um flagelo. É certo que o público saía eufórico, ainda com energia ou com sono e, irresponsavelmente, pegava no volante e conduzia até casa após horas de música repetitiva e eufórica e  Robert Miles pretendeu acalmar os ânimos nos finais dos seus sets, quase como trazer uma sensação de relaxamento e calma após os excessos. É certo que a consciência da importância da vida é de cada um, mas é quase como seguir o lema de que para qualquer problema se todos contribuirmos podemos criar soluções, aliás a medida foi até  aprovada  pelas autoridades italianas.
Após cinco álbums dizemos, então, um até já e um OBRIGADO, por todas as melodias de piano, pela mistura com o jazz, o progressive house e chillout que nos proporcionou tantos momentos únicos nas pistas de dança, nas viagens longas de carro e nas festas ao ar livre. A música faz-nos sonhar e como Miles escreveu um dia, o mundo mexe-se rapidamente e, por isso, talvez devemos todos alcançar os nossos sonhos, lutar por eles e celebrar a vida.
R.I.P. Robert Miles!


English/Inglês
On May 9, 2017 Robert Miles passed away in Ibiza, the Italian-Swiss producer who revolutionized dance music in the mid-90s with his dream house sound, later called dream trance in which the strong beats are accompanied by piano. It was with Children (5 million singles sold) that he achieved this feat when it broke the charts around the world, with an impressive number 1 in more than twelve countries and more than 13 weeks in number 1 in the Eurochart Top 100 and influenced the electronic productions in the years that followed.
In addition, the story behind his electronic adventure, which led to the creation of Children and the album Dreamland, which contains Fable and One & One (feat. Maria Nayler), is very interesting and makes him not only a special musician but also a conscious deejay about what was(is) happening in the club/rave culture (at that time). Due to the growing number of deaths on Saturday nights when more and more discos were being opened with alcoholic excesses (and not only that), the Italian police even indicated these events as a scourge. Certainly the audience left them euphoric, still energetic or sleepy, and irresponsibly took the wheel and drove home after hours of repetitive and euphoric music and Robert Miles intended to calm the moods in the end of his sets, almost like bringing a sensation of relaxation and calm after all the excesses. Certainly the audience left them euphoric, still energetic or sleepy, and irresponsibly took the wheel and drove home after hours of repetitive and euphoric music and Robert Miles intended to calm the moods in the end of his sets, almost like bringing a sensation of relaxation and calm after all the excesses. Certainly the awareness of the importance of life belongs to everyone, but it is almost like following the slogan that for any problem if we all contribute we can create solutions, in fact the measure was even approved by the Italian authorities.
After five albums we then say a see you soon  and a THANK YOU for all the piano melodies, the mix with jazz, progressive house and chillout that has provided us so many unique moments on dance floors, long car trips and outdoor parties. Music makes us dream, and as Miles wrote one day, the world moves quickly and therefore, perhaps, we should all achieve our dreams, fight for them and celebrate life.
R.I.P. Robert Miles!

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go outside and BREATHE

by perplex3r, em 10.05.17

I brought you something close to me
Left for something you see though your head
You haunt my dreams / There's nothing to do but believe
Just Believe / Just Breathe

Português / Portuguese
Breathe dos franceses Télépopmusik é,provavelmente, a música chillout mais adequada a tardes na piscina, com muito sol e calor, bebidas misturadas e coloridas e uma sensação de férias eternas, aliás o vídeo por Jordan Scott (filha de Ridley Scott) fomenta essa ideia. Estávamos no ano de 2001 quando o álbum Genetic World foi editado e em 2002 quando a voz calma de Angela McCluskey rompeu as rádios com este single que, não será preciso explicar porquê, chegou à UK Singles Charts, à US Billboard Hot Dance Club Play Chart e foi nomeado para um Grammy.
Em 2017 surgem novas remisturas que vão desconstruir totalmente a versão original, oferecendo uma viagem que explora o experimental, o chillout e downtempo. O parisiense Kartell assina dois remixes, slow (video) e club remix, conseguindo manter a sensação relaxante original, com o primeiro mix, e transformando o tema num deep house anthem com o segundo. Em oposião temos as remisturas de Cézaire e Duñe e  Katuchat que são quase como um excesso de experimentalismo electrónico que envolve e que se adapta e adequa a espaços/clubs alternativos.
Assim, podemos respirar um pouco de vários mundo electrónicos através de um EP peculiar, ou a vida também não precisasse de ser remisturada de vez em quando, com sons desconexos, provenientes de experiências mais ou menos positivas e, acima de tudo, de vivências únicas. Em suma, é um pouco sobre isso que estas remisturas nos levam a pensar e,acima de tudo, sentir, pois se existem coisas boas algures no nosso passado, porque não dar-lhes um nova memória mantendo o sentimento original?

English/ Inglês
Breathe from the French band  Télépopmusik is probably the most suitable chillout song  for afternoons in the pool, with lots of sun and heat, with mixed and colourful drinks and a sense of eternal holidays, besides the video by Jordan Scott (daughter of Ridley Scott) fosters this idea . We were in the year 2001 when the album Genetic World was released and in 2002 when a calm voice of Angela McCluskey broke the radios with this single, no need to explain why it reached to the UK Singles Charts, the US Billboard Hot Dance Club Play Chart and was nominated for a Grammy.
In 2017 new remixes appear that will totally deconstruct the original version, offering a journey that explores the experimental, chillout and downtempo. Parisian Kartell signs two remixes, slow (video) and club remix, managing to maintain an original relaxing sensation with the first mix, and turning the track into a deep house anthem with the second one. Opposed to them we have remixes by Cézaire and Duñe and Katuchat that are almost like an excess of electronic experimentalism that surrounds us and are adapted to alternative places/clubs.
Thus, we can breathe a little of several  electronic worlds through a peculiar EP, as  life needs  to be remixed from time to time, with disconnected sounds, coming from more or less positive experiences, above all, from unique ones. In short, it is a bit this that these remixes lead us to think and, above all, feel, because if there are good things in our past, why not give them a new memory while maintaining the original feeling?

 

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Sade, dis-moi; Sade, donne-moi
Sade, tell me; Sade, give me


Português / Portuguese

Todos nós temos desejos, desejos de alcançar um novo posto de trabalho, de atingir um patamar de riqueza e, mais do que aqueles que nos são incutidos, existem sempre aqueles desejos que (para uma visão bem puritana) são demasiado pecaminosos para este mundo.
Sadeness (Part 1) de Enigma (5 milhões de singles vendidos) mistura o canto religioso, os vocais sensuais da cantora alemã Sandra, que teve Maria Magdalena nos tops na década de 80, com uma voz masculina que questiona os desejos do Marquês de Sade. São desejos mesclados numa canção que alcançou o número um durante 5 semana nas Eurochart e em mais de 24 países (Reino Unido e US, por exemplo) e que, em alguns, o título foi alterado para Sadness(Part 1), retirando, dessa forma, o pecado que este single poderia conter e atribuindo-lhe mais melancolia que respostas a desejos carnais.
Desta forma, tal como na música, podemos sempre questionar os nossos desejos mais íntimos, podemos até mesmo misturar o que de mais puro temos em nós sem nunca descurar o outro lado do espelho, aquele prazer que nos pode ser oferecido pelo outro, aquele mesmo em que dois corpos se juntam e partilham o que têm de mais íntimo. Aqui, o nome do Marquês substitui-se pelo teu, porque as questões que lhe são dirigidas podem muito bem ser respondidas por ti. Aliás, nesta mistura de sons de flauta e batidas podes, muito bem, reflectir até que ponto te encontras fechado a convenções e tradições obsoletas ou limitativas.
Em suma, não será apenas Sadeness que se encontra actual 27 anos depois, mas também o álbum MCMXC a.D que é mais do que uma busca  num mundo medieval, cheio de sons de floresta, de grilhões que prendem as mãos e a mente e de pessoas que pretendem encontrar respostas únicas e libertadoras às suas questões mais íntimas.Para começar a viagem, por este vídeo, ficamos com Principles of Lust (Os Princípios da Luxúria), a trilogia que Sadeness se insere, porque o pecado, esse, nunca fez mal a ninguém!

 

English/Inglês
We all have desires, desires to get a new job, to be wealthier, and more than the ones that are instigated, there are always those which (for a puritan vision)are too sinful for this world.
Sadness (Part 1) by Enigma (5 million singles sold) mixes religious chants, the sensual vocals by German singer Sandra, who had Maria Magdalena in the charts in the 80's with a male voice that questions the desires of Marquis de Sade. Those are desires mingled in a song that reached number one for 5 weeks on the Eurochart and in more than 24 countries (UK and USA, for example) and in some of them the title was changed to Sadness (Part 1), removing, in that way, the sin that this single could contain  giving to it more melancholy than responses to carnal desires.
In this way, as in the song, we can always question our most intimate desires, we can even mix the purest things we have in us without forgetting what’s on the other side of the mirror, that pleasure that can be given by the other, that one when two bodies come together and share the most intimate things they have. Here the name of the Marquis is replaced by yours, because the questions that are asked him can well be answered by you. In fact,  in this mixture of flute sounds and beats you may well meditate on to what extend you are closed by conventions and obsolete or limited traditions.
In short, it is not only Sadeness that is uptodate 27 years later, but also the album MCMXC which is more than a search through a medieval world, full of forest sounds, of fetters that hold the hands and the minds and of people who want to find unique and liberating answers to their most intimate questions. To start this journey, through the video, we have the Principles of Lust, the trilogy in which Sadeness is part of, because sinning never harmed anyone!

 

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love and OTHER GIRL(s)

by perplex3r, em 03.05.17

Português / Portuguese
Quando contamos os dias, as horas, as semanas e juntámos tudo e obtemos anos e anos de relações, sabemos que nem todas dão certo. Algumas são apenas pequenos parágrafos de páginas escritas à mão, outras transformam-se em pequenos folhetos de jornal e, para o melhor ou para o pior, algumas são mesmos livros com páginas e páginas de acontecimentos, repletos de lágrimas, de abraços, partilhas e algum egoísmo. Nada é fácil quando acaba, mas essa experiência pode muito bem ser enriquecedora, construir uma nova personalidade e obter o melhor que o outro nos ofereceu mas, acima de tudo, crescer sem nunca deixarmos de sermos nós próprios.
Other Girl de Morgan Page com Rayla retrata o final de uma relação, em que não se é capaz de apostar na sinceridade, de chegarmos ao momento de dizermos "Já não gosto de ti" e não porque não conseguimos (apenas) por cobardia, mas porque, secretamente, escrevemos umas linhas de histórias com outra pessoa. Descobrir isso, dessa forma, leva a frases como "não és quem eu pensava", e talvez não fosse mesmo, já que o outro tem, desde o dia um, ser ele próprio e nós nunca devemos (embora seja difícil) criar imagens ao nosso gosto. No final das contas, a fase de construir castelos e de príncipes e princesas já deveria ter terminado há muito.
Assim, mais até do que triste, Other Girl torna-se uma experiência positiva,uma break up song em que nos faz abrir os olhos, libertar de tudo o que não seja positivo e viver a vida com um alegre sorriso invejável. Tu não és mais nem menos que a outra rapariga, és apenas tu e, simplesmente, não irias a lado nenhum se continuasses nessa histórica, tornavas-te numa personagem de uma telenovela, sempre às voltas. Por isso, o melhor é mesmo apostar em ouvir em versão extended do tema, usufruir dos vocais da bela Rayla e a produção deste produtor que já ganhou dois grammies e já remisturou Katy Perry e The Temper Trap, por exemplo.

English/Inglês
When we count the days, the hours, the weeks and gather everything and we get years and the years of relationships. Some are just small paragraphs of handwritten pages, others turn into little newspaper pamphlets, and for better or for worse, some are books with pages and pages of events, full of tears, of hugs, some selfishness. Nothing is easy when it is over, but this experience may well be enriching, building a new personality and getting the best the other has offered us, but above all, growing up without ever ceasing to be ourselves.
Other Girl by Morgan Page with Rayla portrays the end of a relationship, in which one is not able to bet on sincerity, to come to the moment of saying "I do not love you anymore" and not because we can not say (just) due to cowardice, but because, secretly, we have started writing lines of stories with another person. To discover this, in this way, we come up with sentences like "you are not what I thought you were", and maybe he/she wasn’t, since the other has to be himself, since day one, and we should not (even though it is difficult) imagine things as we want them to be. In the end, the time building castles and princes and princesses should already be gone.
So, more than being a sad song, Other Girl becomes a positive experience, a breakup song which opens our eyes, free us from everything that is not positive and makes us live a life with a cheerful smile. You are not more or less than the other girl, you are just you and, simply, you wouldn’t go anywhere if you would continue to be in this story, you would become a character on a long soap opera.  Therefore it is the best to love the extended version of the song, enjoy the vocals of the beautiful Rayla and the production of this producer who has already won two grammies and has already remixed Katy Perry and The Temper Trap, for example.

 

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note

(Português)
Devido à nova imagem do blog, todos os posts anteriores a 2017 podem surgir com formatação diferente. Um novo ano, uma nova vida, nova música, nova imagem!

(English)
Due to the new image, all posts prior to 2017 may come up with a different format. A new year, a new life, new music and new image!




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